sábado, 31 de janeiro de 2009

Vick Cristina Barcelona

Esse filme ficou maravilhoso, adoro o Woddy Allen e suas histórias loucas sobre relacionamento, como não poderia deixar de ser esse é mais um dos seus filmes inteligentes. A história quando se lê parece idiota, mas como sempre ele consegue contar as histórias mais comuns dando uma importância muito grande para os sentimentos de seus personagens. Falando dos personagens eu não gosto muito da Penélope Cruz, acho ela bem sem sal, mas nesse filme eu reconheço que ela ficou maravilhosa, seu papel de ex-esposa louca ficou perfeito. Vale muito a pena assistir e acho que vale até um Oscar pra ela, veremos dia 22 a decisão. Segue a crítica do filme. Se não quiser ler a crítica, vá direto para o trailler lá embaixo. A trilha é um show a parte.


"NA CENA FINAL DE NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA(ANNIE HALL, 1977), WOODY ALLEN LEMBRA UMA PIADA ANTIGA. UM HOMEM DIZ A UM PSIQUIATRA: "DOUTOR, MEU IRMÃO É MALUCO, ELE PENSA QUE É UMA GALINHA". O MÉDICO DIZ: "ENTÃO, PORQUE VOCÊ NÃO O INTERNA?". AO QUE ALLEN RESPONDE: "BEM, EU O INTERNARIA, MAS ACONTECE QUE PRECISO DOS OVOS". À PIADA SEGUE UMA PEQUENA, PORÉM BRILHANTE, REFLEXÃO: "ASSIM É COMO ME SINTO SOBRE RELACIONAMENTOS, ELES SÃO COMPLETAMENTE IRRACIONAIS, MALUCOS, ABSURDOS, MAS CONTINUAMOS, INSISTIMOS PORQUE A MAIORIA DE NÓS PRECISA DOS OVOS".

Absolutamente coerente com a "filosofia dos ovos", depois de tantos anos esmiuçando os paradoxos do romance, Woody Allen ainda tem muito o que dizer sobre a irracionalidade, a maluquice, os absurdos de um relacionamento amoroso.

Vicky Cristina Barcelona tem esse mesmoleitmotiv. Mas o tratamento aqui é outro. Há uma leveza maior sem, no entanto, banalizar ou simplificar as emoções dos personagens. Talvez o tempo tenha amenizado a angústia e o diretor e roteirista tenha compreendido que algumas coisas nem sempre podem ser analisadas de forma racional e cartesiana. Às vezes, nem um analista ajuda.

Isso parece ser dito na abertura do filme. E é dito de forma alegre, quase descompromissada, graças à saltiante música-tema "Barcelona", de Giulia & Los Tellarini, que pergunta: "Por que tanto perde-se/Tanto buscar-se/Sem encontra-se?".

Vicky Cristina Barcelona acompanha duas amigas de férias na capital catalã. Vicky (Rebecca Hall) é centrada, prática. Cristina (Scarlett Johansson) é o oposto: impulsiva, meio-artista. Em Barcelona, no verão, as duas visitam os cartões postais da cidade, vagueiam pelas ruas ensolaradas e numa noite conhecem Juan Antonio (Javier Bardem), um pintor que teve um divórcio conturbado da mulher, Maria Elena (Penélope Cruz), linda - e maluca.

O encontro entre as garotas e Juan Antonio parece dizer ao público: "bem, agora sim elas chegaram a Barcelona". Agora, sim, o filme começa. E é o que de fato acontece. Surgem então as observações espirituosas, o humor e as idiossincrasias tão caras ao diretor. Enquanto um personagem se questiona se o amor autêntico é o que dá sentido à vida, outro pergunta com afetação a um casal de amigos se eles têm idéia de quanto custa um tapete oriental.

Como diria um especialista em metafísica transcendental que não acredita na conquista da Lua, o mundo pode ser dividido justamente assim. Entre os que querem saber o que dá sentido à vida e os que se importam verdadeiramente com o valor de mercado de uma bela tapeçaria.

Se valeu a pena a cidade de Barcelona ter investido dinheiro no projeto de Woody Allen? Indiscutivelmente. Vicky Cristina Barcelona é um dos filmes de verão mais charmosos dos últimos anos. E prova que não é preciso muita elucubração intelectual para absorver a cidade, sua estética, seu espírito. A beleza dela - assim, sem filtros, com todos os temperamentos catalães que tem a extravasar - está à distância de um toque."

Fonte: Omelete


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O que estou assistindo no momento - Band Of Brothers - excelente

Band of Brothers é uma aclamada minissérie de televisão dividida em 10 episódios, que passa-se durante a Segunda Guerra Mundial, co-produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg. A minissérie foi lançada pela HBO em 2001 e continua sendo exibida em diferentes canais de televisão ao redor do mundo. A minissérie destaca-se, dentre vários motivos, pelos esforços em sua ambientação e veracidade. Um exemplo: para reproduzir com maior fidelidade os campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, foram necessários mais de 10 mil atores extras, cerca de 700 armas autênticas, 400 armas de borracha e cerca de 14 mil caixas de munição em cada dia de filmagem. Além disso, tanques da Segunda Guerra foram restaurados, um avião C-47 autêntico foi usado e a vila que serviu como cenário para 11 cidades européias tinha o tamanho de nove campos de futebol americano. A série teve custos de produção e cenários mais caros que os do filme O Resgate do Soldado Ryan; a produção custou cerca de US$ 125 milhões e demorou 9 meses para ser finalizada, o que rende à série o título de maior e mais cara já feita para a televisão.

Baseado no livro de mesmo título, da autoria de Stephen E. Ambrose, a série narra a história da Companhia E (Easy Company) do 506º Regimento de Infantaria Pára-quedista do Exército Americano, 101ª Divisão Aerotransportada - na sua campanha na Segunda Guerra Mundial. Tal companhia participou da invasão dos exércitos americano e inglês na Normandia, no dia 6 de Junho de 1944, o famoso Dia D, além da famosa Operação Market Garden e da Batalha do Bulge.

Sob a ótica dos combatentes, narra a campanha do regimento de para-quedistas americanos, desde sua preparação ainda em Toccoa, Estado da Geórgia nos Estados Unidos, até a captura do Ninho da Águia, fortaleza de Hitler nos Alpes em Berchtesgaden.

Os eventos retratados na série são baseados em pesquisas de Ambrose e entrevistas gravadas com os veteranos da Easy Company. Algumas licenças literárias foram tomadas nos episódios, e outras diferenças a partir do livro são exibidas nos episódios. Todas as personagens retratadas na Série são baseadas em membros reais da Easy Company; alguns deles aparecem antes do começo dos episódios, em pequenas entrevistas/depoimentos. (Suas identidades, entretanto, não são reveladas até o final de cada episódio.)

Uma nova série de 10 partes dos criadores de Band of Brothers (Steven Spielberg, Tom Hanks e Gary Goetzman), chamada O Pacífico, está em desenvolvimento. A nova série será focada no Teatro de Operações do Pacífico. O projeto deve ser finalizado em 2009, mas deve-se levar em conta que a data pode ser alterada.


Prêmios 

A série foi indicada para 19 Prêmios Emmy, e ganhou 6, incluindo "Melhor Minissérie", "Melhor Elenco para uma minissérie, filme ou especial" e "Melhor Direção para minissérie, filme ou especial Dramático". Também ganhou um Globo de Ouro por "Melhor minissérie ou filme feito para a TV", um prêmio do American Film Institute, e foi selecionado para um prêmio Peabody por "...permitir a ambos, história e memória, criar um novo tributo àqueles que lutaram pela preservação da liberdade". Também ganhou um Writers Guild Award em 2003 pelo sexto episódio, Bastogne.

Fonte: Wikipedia

Na sequência o trailler da série.


domingo, 25 de janeiro de 2009

Mortes trágicas

O trágico destino de alguns ídolos.

SUICÍDIOS
-Nick Adams, ator indicado para o 0scar de Melhor Ator Coadjuvante por Twlllaht of Honor, de Boris Sagal (1968).
-Patrick Dewaere, ator francês que atuou em filmes como Beau Pére, de Bertrand Blier (1982).
-Pedro Armendariz, ator mexicano que atuou em mais de 75 filmes e alguns diretores famosos como John Ford e Louis Buñuel (1963).
-Chades Boyer, ator francês que se naturalizou americano. 0 filho Michael também se matou, em 1965. (1978)
-Dorothy Dandridge, atriz, dançarina e cantora americana que estrelou musicais como Carmen Jones e Porgy and Bess(1965)
-Rainer Wemer Fassbinder, cineasta alemão (1982).
-Alan Ladd, ator célebre por sua atuação em Os Brutos Também Amam/Shane (1964).
-George Sanders, ator cujo papel mais marcante foi em A Malvada/All About Eve, com Bette Davis. (1972).
-Gig Young, ator, ganhou o 0scar de Melhor Ator Coadjuvante por A Noite dos Desesperados/They Shoot Horses, D'ont They2 (1978).

OVERDOSE
-Pier Angeli, atriz italiana por quem James Dean fol apaixonado (1971).
-John Belushi, cujo filme mais famoso foi O Clube dos Cafajeste s / Natonal Lampoon's Animal House (1982).
-Elvis Presley, ator e cantor, o pai do rock (1977).

ACIDENTES DE CARRO
-James Dean, ator que atuou em Juventude Transviada/Rebel Without a Cause, Assim Caminha a Humanidade/Giant) e Vidas Amargas/East of Eden (1955).
-Françoise Dorleac, atriz, irmã de Catherine Deneuve (1965).
-Grace Kelly, uma das mais belas atrizes do cinema, abandonou as telas para casar com o principe ' Rainier e virar Princesa de Mônaco (1982).
-Mansfield, uma das mals famosas atrizes dos anos 40 e 50 (1967).
-Margareth Mitchell, autora do romance que originou o filme ...E o Vento Levou (1949).
-Tom Mix, ator, um dos primeiros caubóis da tela (1940).
-F.W. Murnau, cineasta, dirigiu entre outros, Tabu (1930).

ASSASSINATOS
-Sal Mineo, ator cujo papel mais marcante foi em Juventude Transviada/Rebel Without a Cause (1976).
-Pier Paolo Pasolini, cIneasta ltaliano (1975).

ACIDENTES AÉREOS
-Leslie Howard, ator cujo papel mais célebre foi em ...E o Vento Levou, de Vlctor Fleming (1943).
-Carole Lombard, uma das mais notáveis atrizes dos anos 30, foi a segunda mulher de Clark Gable (1942).

Curiosidades do cinema

-Hollywood, a meca do cinema, foi fundada em 1877 e teve seu nome tirado da fazenda da família Wilcox, que habitava a região. Foi transformada em cidade em 1903 e em 1910, com 4 000 habitantes, era anexada a Los Angeles.

-A expressão "sétima arte", a partir de então utilizada para designar o cinema, foi criada em 1912 pelo italiano Ricciotto Canuto.

-Os dois primeiros cinemas do mundo foram abertos nos Estados Unidos. Em outubro de 1895 era inaugurado o Atlanta, em Atlanta, na Geórgia. E em abril de 1902, Los Angeles inaugurou o Electric Theatre.

- E o Vento Levou, de Victor Fleming, de 1939, foi o filme mais visto em todo o mundo: cerca de 120 milhões de pessoas assistiram à história de amor protagonizada por Clark Gable e Vivian Leigh.

-O filme que usou maior número de figurantes em toda a história do cinema foi Gandhi, 1982, de Richard Attenborough: mais de 300.000.

-O verdadeiro nome de John Wayne (1907-1979) era Marion Michael Momson. Entre 1927 e 1976, o ator estrelou exatos 153 filmes - 142 dos quais fazia o principal papel.

- O filme que teve mais beijos em toda a história do cinema foi Don Juan (dirigido por Alan Crosland, em 1926). Durante uma hora e cinqüenta e um minutos de duração da história, os atores John Barrimore, Mary Astor e Estelle Taylor beijavam-se 127 vezes.

-Hedy Lamarr teve antecessoras notàveis. Afinal de contas, as primeiras cenas de nudez no cinema já começavam a acontecer a partir de 1916. As pioneiras na ousadia foram as atrizes Anne Kellerman (em Daughter of The Gods) e June Capríce (em The Ragged Princess). Em 1936, o Códígo Hays baniu a nudez das telas.

- O primeiro cinema a ser inaugurado em Hollywood foi o Ydyl Hour Theatre, em 1911. Funcionava numa loja localizada na Hollywood Boulevard.

- O enorme letreiro contendo a palavra Hollywood - um dos mais importantes cartões-postais da cidade - começou a ser erigido em 1923. inicialmente, a mando de uma companhia de imóveis do qual Mack Sennen fazia parte, foi colocada a palavra Hollywoodland, o nome de um loteamento que se instalaria nas imediações. Com a corrosão do tempo, ficou apenas Hollywood.

- Charles Chaplin ganhava nos tempos da Keystone apenas 175 dólares por semana. lnsatisfeito, trocou, em 1915, de estúdio e foi para a Essanay, onde passou a receber 1 250 dólares semanais, mais bônus. Um ano depois, já na Mutual, passou a ter um salário semanal de l0.000 dólares que, com os bônus, podia chegar a 150.000 dólares mensais. Uma fortuna na época.

- Ganhou tanto dinheiro que, em 1919, em companhia de Douglas Fairbanks, Mary Pickford e David D. Griffith, fundou a United Artists Corporation. No novo estúdio realizou, em 1923, o filme A Woman of Paris, com Edna Purviance, em que, por pouco tempo, abriu mão de seu eterno vagabundo Carlitos. Além de dirigir, fez apenas um pequeno papel, sem os trajes do personagem que o consagrou.

- Charles Chaplin resistiu bravamente ao cinema falado e, apenas treze anos depois de seu surgimento, o cineasta deu voz a seus personagens em O Grande Ditador/The Great Dictator, de 1940.